Num grande plenário, em Lisboa, frente ao Ministério da Justiça, funcionários judiciais de todo o Continente manifestaram-se dispostos a dar seguimento à luta, com greves parciais e nacionais, caso não seja retomada pelo Governo a negociação do estatuto socioprofissional, interrompida a 30 de Maio.
Plenários com idêntico conteúdo, também promovidos pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ/CGTP-IN) ocorreram no mesmo dia em Ponta Delgada e no Funchal.
Na resolução entregue no Ministério reafirma-se a exigência de dignificação da carreira e reposição dos direitos.