Reditus tem de pagar
Os trabalhadores da Reditus, empresa que negoceia trabalho em «outsourcing»para clientes das áreas das telecomunicações e banca, entre outros, fizeram greve no dia 30 de Maio e concentraram-se no exterior do Centro de Serviços, na Quinta do Lambert, em Lisboa, para exigirem o pagamento de salários em atraso.
A luta foi convocada pelos sindicatos CESP, Sintaf e Sinttav, da CGTP-IN, que num comunicado conjunto explicaram que a administração da Reditus se tinha comprometido a regularizar os valores em falta, mas «voltou a não cumprir». Junto de diversos clientes, os sindicatos apuraram que não há dívidas à Reditus, pelo que «estes atrasos sucessivos no pagamento aos trabalhadores, já há mais de um ano, são fruto de uma estratégia de aprofundamento da exploração».
A reafirmar solidariedade aos trabalhadores em luta, na concentração estiveram o Secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, e a deputada Rita Rato, do PCP.