GNR na rua dia 24

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) marcou para dia 24, em Lisboa, uma acção de protesto, com concentração junto ao comando-geral da GNR e deslocação até ao Ministério da Administração Interna.
«Constatou-se a existência de um grande descontentamento e desmotivação entre os profissionais, sentimento proporcional à forma como o Governo tem defraudado as suas expectativas», refere a direcção da APG, na nota que divulgou há um mês, após a reunião em que também discutiu o relatório e contas de 2016 e o plano e orçamento para o ano corrente. Ali se explicava que a acção não fora convocada para antes para «não colidir com grandes eventos que implicarão um considerável empenho operacional nas próximas semanas».

A APG critica «a forma pouco transparente como decorreu o processo de negociação do Estatuto da GNR, documento cuja versão final contém normas que não só acentuam a subalternização da Instituição a princípios militaristas e às próprias Forças Armadas como, em termos gerais, vem produzir alterações que atentam contra os direitos dos profissionais da GNR».
No dia 3, na Praça do Império, em Lisboa, umas dezenas de dirigentes da APG e da Associação Nacional dos Sargentos da Guarda viraram costas ao comandante-geral e à ministra da Administração Interna, num protesto simbólico a apontar o contraste entre a alegada falta de verbas para suprir necessidades dos serviços e, por outro, lado, os gastos «excessivos» com cerimónias deste tipo – como explicou aos jornalistas o presidente da APG, César Nogueira.



Mais artigos de: Breves Trabalhadores

Marítima é Polícia

A Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima terminou anteontem uma ronda de audiências com os grupos parlamentares, onde deu conta da «inquietação» que alastra entre os profissionais, perante «a reiterada...