Sem urgência nem ambulância
A Comissão Concelhia de Espinho do PCP denuncia a intenção do INEM de ceder aos bombeiros a ambulância que presta serviço no concelho, o que constitui uma decisão «profundamente inconsequente, errada e de difícil explicação». Muito embora considere «muito nobre» o princípio de apoiar mais o «importantíssimo trabalho dos bombeiros», confrontados também eles com a falta de meios, o Partido lembra que esta ambulância foi, há 10 anos, a «moeda de troca» que o concelho de Espinho recebeu pelo encerramento do serviço de urgência. Logo nessa altura, o PCP denunciou que, como a vida tem mostrado, essa era apenas uma «manobra para esconder um autêntico crime contra o concelho e a sua população». Lembrando a entrega na Assembleia da 10 mil assinaturas pela reabertura do serviço de urgência, a Comissão Concelhia solidariza-se com a população e sublinha que «o que se exige é que haja mais meios móveis (e não a sua passagem para outras mãos) e a efectiva reabertura da urgência».