Março, razões para lutar!
Mês de Março é mês de luta. Este é o mês em que a juventude festeja datas históricas da luta contra o fascismo e celebra a resistência da juventude à negação dos direitos mais básicos da nossa vida. É com luta que celebramos a luta. É lutando que conquistaremos, como no passado, mais direitos, mais condições e acesso igual a estudar, a trabalhar, e a trabalhar com direitos. Com luta, revertemos direitos roubados e conquistaremos hoje tantos outros que nos faltam. A história mostra-nos que é possível, necessário e que a luta é a nossa arma para conquistarmos o que temos direito.
Neste mês de Março, a juventude quer garantir, através da luta, que a juventude em Portugal pode ser feliz. É por isto que lutará este mês e nos próximos, certa de que a organização e a luta são os elementos essenciais para conquistarmos aquilo a que temos direito.
No Ensino Secundário, os estudantes sairão à rua já a partir do dia 16, por todo o País, escola a escola, pelos problemas concretos de cada uma e os problemas transversais ao ensino. Lutarão porque faltam condições materiais nas escolas, a avaliação é injusta, têm que pagar os manuais escolares, pagar para estudar e por isso abandonam os estudos e não têm possibilidade de os prosseguir. Razões há muitas. Por todo o País os problemas são muitos, e é por isso que a hora é de luta e de reivindicar o que temos direito.
No Ensino Superior, a falta de condições nas escolas, a falta de investimento no ensino, o abandono por falta de condições económicas para prosseguir os estudos, o atraso nas bolsas de estudo e as propinas, são alguns dos problemas que os estudantes enfrentam e que não querem que assim continue. Estarão na rua no dia 23 de Março, afirmando que esta é a hora de luta e é agora a hora de reivindicar mais investimento, o fim das propinas e mais acção social escolar. No dia 23 de Março os estudantes rumam à Assembleia da República para exigir a Educação a que têm direito e também, escola a escola, marcarão este dia com inúmeras acções de luta pela resolução dos problemas concretos das suas escolas.
Dia 28 de Março, Dia Nacional da Juventude, os jovens trabalhadores vêm à rua para exigir o fim da precariedade, para que a cada posto de trabalho permanente corresponda um contrato efectivo de trabalho, para que os trabalhadores e sobretudo os jovens trabalhadores não sintam instabilidade nas suas vidas. Os salários miseráveis e instabilidade na vida farão sair à rua milhares de jovens trabalhadores. Não esquecendo as lutas à porta de cada local de trabalho que se têm travado e se travarão, os jovens trabalhadores juntar-se-ão na Praça da Figueira (Lisboa), às 15 horas, para assim rumarem à Assembleia da República e exigirem o fim da instabilidade nas suas vidas.
É, por isto, fundamental, a organização e mobilização dos estudantes e jovens trabalhadores para fazer destes dias grandes dias de luta e de vitórias para a Juventude e o povo português.
São também estas lutas que no dia 1 e 2 de Abril serão levadas ao XI Congresso da Juventude Comunista Portuguesa, grande momento de afirmação da Juventude, discussão dos seus problemas e anseios e de reforço da organização e da luta.
É pela luta que lá vamos!
Neste mês de Março, a juventude quer garantir, através da luta, que a juventude em Portugal pode ser feliz. É por isto que lutará este mês e nos próximos, certa de que a organização e a luta são os elementos essenciais para conquistarmos aquilo a que temos direito.
No Ensino Secundário, os estudantes sairão à rua já a partir do dia 16, por todo o País, escola a escola, pelos problemas concretos de cada uma e os problemas transversais ao ensino. Lutarão porque faltam condições materiais nas escolas, a avaliação é injusta, têm que pagar os manuais escolares, pagar para estudar e por isso abandonam os estudos e não têm possibilidade de os prosseguir. Razões há muitas. Por todo o País os problemas são muitos, e é por isso que a hora é de luta e de reivindicar o que temos direito.
No Ensino Superior, a falta de condições nas escolas, a falta de investimento no ensino, o abandono por falta de condições económicas para prosseguir os estudos, o atraso nas bolsas de estudo e as propinas, são alguns dos problemas que os estudantes enfrentam e que não querem que assim continue. Estarão na rua no dia 23 de Março, afirmando que esta é a hora de luta e é agora a hora de reivindicar mais investimento, o fim das propinas e mais acção social escolar. No dia 23 de Março os estudantes rumam à Assembleia da República para exigir a Educação a que têm direito e também, escola a escola, marcarão este dia com inúmeras acções de luta pela resolução dos problemas concretos das suas escolas.
Dia 28 de Março, Dia Nacional da Juventude, os jovens trabalhadores vêm à rua para exigir o fim da precariedade, para que a cada posto de trabalho permanente corresponda um contrato efectivo de trabalho, para que os trabalhadores e sobretudo os jovens trabalhadores não sintam instabilidade nas suas vidas. Os salários miseráveis e instabilidade na vida farão sair à rua milhares de jovens trabalhadores. Não esquecendo as lutas à porta de cada local de trabalho que se têm travado e se travarão, os jovens trabalhadores juntar-se-ão na Praça da Figueira (Lisboa), às 15 horas, para assim rumarem à Assembleia da República e exigirem o fim da instabilidade nas suas vidas.
É, por isto, fundamental, a organização e mobilização dos estudantes e jovens trabalhadores para fazer destes dias grandes dias de luta e de vitórias para a Juventude e o povo português.
São também estas lutas que no dia 1 e 2 de Abril serão levadas ao XI Congresso da Juventude Comunista Portuguesa, grande momento de afirmação da Juventude, discussão dos seus problemas e anseios e de reforço da organização e da luta.
É pela luta que lá vamos!