O novo primeiro-ministro francês, Bernard Cazeneuve, que substituiu Manuel Valls após este ter avançado com a sua candidatura à presidência, anunciou, dia 10, a intenção de prolongar o estado de emergência até meados de 2017.
A proposta, entregue esta semana no parlamento e no senado, é justificada com a persistência da ameaça terrorista, num período em que o país se prepara para eleições presidenciais e legislativas, em Abril e Junho, respectivamente.
Este será o quarto prolongamento do estado de emergência, decretado em Janeiro de 2015, na sequência do atentado à redacção da revista satírica Charlie Hebdo.