Críticas construtivas
Ramiro Silva, eleito nas listas da CDU para a Assembleia Municipal de Torres Novas, endereçou uma carta aberta ao presidente da autarquia a explicar-lhe por que não foi, no dia 17, à inauguração da Starp Up, um «atentado urbanístico com que quiseram desvirtuar a Avenida João Martins Azevedo».
O eleito da Coligação PCP-PEV dá conta do seu «desacordo» com o projecto, «não só por não respeitar o que se exige aos munícipes em termos do alinhamento da referida construção, que levou ao corte das árvores ali existentes», mas também porque a sua dimensão e altura «retira a visibilidade ao edifício do Convento do Carmo».
Ramiro Silva critica, por outro lado, o atraso da obra, que deveria estar pronta há cerca de quatro anos, assim como os custos. «Já lá vão mais de quatro milhões de euros, quando o encargo para o município devia ser de um milhão e 27 mil euros».