Foram convocados plenários, com paralisação do serviço, dos trabalhadores das empresas que asseguram o transporte fluvial entre Lisboa e a margem Sul do Rio Tejo: ontem, na Soflusa, e hoje (das 14h30 às 17h30) na Transtejo. A Fectrans informou que os trabalhadores iriam analisar o actual estado de degradação do serviço público e a falta de respostas às suas reivindicações, e reiterar a exigência de que o Ministério do Ambiente adopte medidas concretas para a resolução dos problemas apontados.
«Os trabalhadores recusam ser o “bode expiatório” das consequências de uma política de destruição do serviço público, promovida pelo governo anterior, e da falta de vontade e/ou incapacidade do actual para resolver os problemas que estão a provocar a degradação do serviço aos utentes». A federação refere, como exemplo, que no período de verão (até esta segunda-feira, dia 26) foram suprimidos 556 serviços no conjunto das duas empresas.