Defender as populações
A Câmara do Seixal considera injustos «os pareceres prévios negativos da Autoridade Nacional de Protecção Civil referentes à aquisição de viaturas de combate a incêndios florestais por parte das associações humanitárias do concelho, em atitude contraditória com as actuais necessidades e com a situação operacional dos corpos de bombeiros».
Esta tomada de posição, aprovada no dia 25, surge contextualizada pela participação das forças humanitárias do concelho no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, com a participação de meios, recursos e pessoal para a efectiva montagem do dispositivo anual, combatendo fogos que assolam distritos de Norte a Sul, e apoiando logisticamente a sustentação das operações com o apoio do Serviço Municipal de Protecção Civil.
Num outro documento, aprovado no dia 8, exige-se a reversão da privatização da EGF e a retoma da maioria do capital público na AMARSUL. Segundo a autarquia, o novo Governo, na base da nova correlação institucional na Assembleia da República, reúne as condições necessárias para adoptar medidas que respondam às aspirações e direitos do povo português.