Parque Arqueológico do Vale do Côa
As mudanças<br>que urge fazer

O PCP defende a extinção da Fundação Côa Parque e passagem da gestão do Museu e Parque Arqueológico do Vale do Côa para a alçada do Ministério da Cultura.

A proposta consta de um projecto de resolução entregue no Parlamento onde se refere que a opção pela fundação em Março de 2011 mais não foi do que uma «fuga para a frente com vista à desorçamentação dos custos de manutenção do novo equipamento».

Desde então, como referem os deputados comunistas no seu diploma, assistiu-se a uma contínua redução do orçamento, e até ao seu incumprimento apesar de muito emagrecido. As consequências, essas, são bem conhecidas, com o «acumular de dívidas a fornecedores, Finanças e Segurança Social», a par da «crescente falta de condições de trabalho», expressa na «falta de aquecimento, de tinteiros e outros materiais consumíveis e na inoperacionalidade da frota automóvel». A isto junta-se uma «constante incerteza quanto ao pagamento dos salários dos trabalhadores», lê-se no texto onde a bancada comunista propõe, por outro lado, que a AR recomende ao Governo que «proceda à integração com vínculo efectivo em funções públicas dos trabalhadores da Fundação Côa Parque, que exerçam funções na data em que esta for extinta, garantindo o respeito integral dos seus direitos.

Preconizada pelo PCP é também a adopção de medidas de «âmbito orçamental, com carácter progressivo, no sentido do cabal cumprimento das funções do Museu e Parque Arqueológico do Vale do Côa, bem como, noutra esfera, a contratação de trabalhadores em «número adequado» que permita assegurar um quadro de pessoal ajustado às «necessidades permanentes da organização da visita pública».




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