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Provocação belicista

A ci­meira que a NATO re­a­liza em Var­sóvia nos pró­ximos dias re­pre­senta, pelos seus ob­jec­tivos, mais um ou­sado e pe­ri­goso passo no sen­tido da in­ten­si­fi­cação da sua acção agres­siva e, no­me­a­da­mente, já forte pressão mi­litar sobre a Fe­de­ração Russa. Em Por­tugal, como nou­tros países, ecoará uma vez mais a exi­gência e a ur­gência de dis­so­lução deste bloco po­lí­tico-mi­litar agres­sivo.

Provocação belicista

A ci­meira que a NATO re­a­liza em Var­sóvia nos pró­ximos dias re­pre­senta, pelos seus ob­jec­tivos, mais um ou­sado e pe­ri­goso passo no sen­tido da in­ten­si­fi­cação da sua acção agres­siva e, no­me­a­da­mente, já forte pressão mi­litar sobre a Fe­de­ração Russa. Em Por­tugal, como nou­tros países, ecoará uma vez mais a exi­gência e a ur­gência de dis­so­lução deste bloco po­lí­tico-mi­litar agres­sivo.