Preferiu pagar
O Hospital da Arrábida, em Vila Nova de Gaia, pagou 5500 euros para não reintegrar uma trabalhadora ilegalmente contratada com vínculo precário, revelou o Sindicato da Hotelaria do Norte. Aquela unidade do Grupo Luz Saúde não respeita a fundamentação da contratação a prazo, acusa o sindicato da Fesaht/CGTP-IN, ao relatar, na sua página na rede social Facebook, o caso que começou com um contrato para substituição de uma funcionária com baixa. Passada esta necessidade temporária, seguiu-se novo contrato a termo certo por seis meses. No final da primeira renovação por outros seis meses, foi comunicado o despedimento. Mas a trabalhadora, informada pelos delegados sindicais e com o apoio jurídico do sindicato, recorreu para tribunal.