Contra a exploração
Activistas do PCP estiveram, dia 18, em contacto com trabalhadores da Amorim & Irmão, no âmbito da campanha «Mais Direitos, Mais Futuro. Não à Precariedade». Em nota de imprensa, a Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP (DORAV) justifica a pertinência desta iniciativa com «os atropelos às leis laborais» e a «exploração e discriminação aos trabalhadores» no «monopólio corticeiro». Como exemplo, são referidos os baixos salários; profundas diferenças entre as remunerações de homens e mulheres para trabalho igual, até há pouco tempo; despedimentos sucessivos; e, acima de tudo, o recurso ao trabalho precário, «destinado a preencher necessidades de laboração permanente, transformando-se deste modo no instrumento mais ignóbil de exploração e empobrecimento». A DORAV afirma que o PCP sempre denunciou e combateu estas injustiças praticadas pelo Grupo Amorim, mas sublinha que, para as erradicar de vez, «é fundamental a unidade e o reforço da luta dos seus trabalhadores».