Colômbia

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia apelam ao papa Francisco para que apoie a conclusão do processo de paz na Colômbia. Em carta aberta endereçada ao clérigo, o primeiro secretário das FARC-EP Timoleón Jiménez realçou os «graves perigos que ameaçam aniquilar um tão grande esforço de todos os colombianos», designadamente a «ofensiva criminal» desencadeada pelas organizações paramilitares.

Na missiva, o líder da guerrilha alerta que a «acção nefasta» dos grupos paramilitares «coincide com as mentiras dos sectores políticos que beneficiaram com a guerra e tentam mobilizar a opinião pública contra os acordos alcançados».

Nesse contexto, a guerrilha recorda ao papa Francisco «que a vossa Igreja poderia cumprir uma tarefa na Colômbia, da mais humilde paróquia aos seus mais altos representantes: suscitar, no coração das pessoas que estão confusas o apoio à paz e à reconciliação».

Simultaneamente à divulgação da carta, a revista norte-americana The Economist publicou um artigo em que acusa as FARC-EP de possuírem uma fortuna de mais de 10,5 milhões de dólares. Iván Márquez, chefe da delegação da guerrilha nos diálogos de paz que decorrem desde Novembro de 2012 em Havana, Cuba, desmentiu as informações e lembrou que é o próprio presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, quem admite que durante anos no governo e com a ajuda dos serviços secretos ocidentais, nunca conseguiram detectar a alegada fortuna.



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