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O golpe contra-revolucionário<br>do 25 de Novembro

Desde as pri­meiras horas do 25 de Abril, à me­dida que o pro­cesso re­vo­lu­ci­o­nário avan­çava, le­van­taram-se forças sau­do­sistas que, pelos mais di­versos meios – sa­bo­ta­gens, cam­pa­nhas de ca­lú­nias e in­trigas, boi­cotes, cons­pi­ração, golpes – pro­cu­raram a «ré­vanche» fas­cista. A se­guir ao golpe do 11 de Março, re­a­gindo ao im­pe­tuoso avanço an­ti­mo­no­po­lista da Re­vo­lução com o apro­fun­da­mento das suas con­quistas e pro­cu­rando pa­ra­lisar o pro­cesso de des­co­lo­ni­zação já em marcha, a re­acção de­sen­ca­deou uma ofen­siva de grandes pro­por­ções, que ga­nhou novo alento após as elei­ções para a As­sem­bleia Cons­ti­tuinte (25 de Abril de 1975) com o con­fronto e a rup­tura entre o pro­cesso elei­toral e a di­nâ­mica re­vo­lu­ci­o­nária.

O golpe contra-revolucionário<br>do 25 de Novembro

Desde as pri­meiras horas do 25 de Abril, à me­dida que o pro­cesso re­vo­lu­ci­o­nário avan­çava, le­van­taram-se forças sau­do­sistas que, pelos mais di­versos meios – sa­bo­ta­gens, cam­pa­nhas de ca­lú­nias e in­trigas, boi­cotes, cons­pi­ração, golpes – pro­cu­raram a «ré­vanche» fas­cista. A se­guir ao golpe do 11 de Março, re­a­gindo ao im­pe­tuoso avanço an­ti­mo­no­po­lista da Re­vo­lução com o apro­fun­da­mento das suas con­quistas e pro­cu­rando pa­ra­lisar o pro­cesso de des­co­lo­ni­zação já em marcha, a re­acção de­sen­ca­deou uma ofen­siva de grandes pro­por­ções, que ga­nhou novo alento após as elei­ções para a As­sem­bleia Cons­ti­tuinte (25 de Abril de 1975) com o con­fronto e a rup­tura entre o pro­cesso elei­toral e a di­nâ­mica re­vo­lu­ci­o­nária.