Ricos vivem mais tempo

Estatísticas publicadas, dia 14, nos EUA revelaram que as enormes desigualdades sociais não só se reflectem nos índices de qualidade de vida, mas também na esperança de vida.
Os dados relativos à cidade de Nova Iorque mostram que enquanto no bairro pobre de Brownsville, em Brooklyn, cuja população é 76 por cento negra, a esperança de vida é de 74,1 anos, os habitantes do bairro financeiro de Manhattan vivem em média 85,4 anos.
«Os problemas de saúde têm tendência para se concentrar nos sectores onde habitam pessoas de cor e onde muitos habitantes vivem na pobreza», declarou a comissária nova-iorquina para a Saúde, Mary Bassett, reconhecendo que se trata de uma situação «injusta e evitável».
Em Brownsville, 37 por cento vivem abaixo do limite da pobreza e mais de metade do rendimento (56%) é gasto em habitação. Num universo de 86 377 habitantes, 28 por cento dos adultos não completaram o Ensino Secundário e apenas 18 por cento frequentaram a universidade, o que contrasta com quatro por cento e 84 por cento, respectivamente, registados no bairro de Wall Street.



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