Frases
“A divisão esquerda e direita não é entre PSD e PS. Em termos sociológicos e políticos, a linha de divisão é à esquerda do PS.”
(Manuela Ferreira Leite
TVI24, 8.10.15)
“[A contestação do PS] não era no sentido de pôr em causa os objetivos da coligação PSD/CDS.”
(Idem, ibidem)
“Porventura, a direita estará ainda convencida de que nada mudou e conta com um PS enfraquecido. Mas, se é assim, engana-se. Numa coisa e na outra.”(Pedro Silva Pereira,
Diário Económico, 9.10.15)
“[A reunião entre o PSD/CDS e o PS] Foi uma reunião bastante inconclusiva, tínhamos a expectativa que (...) nos tivessem sido explicitadas e apresentadas as condições de governabilidade que a Coligação entente que deveriam ser criadas.”
(António Costa,
RTP, 9.10.15)
“Quero pagar ao País o que dele recebi, e que é mais do que muitos puderam ter.”
(Marcelo Rebelo de Sousa,
Expresso, 10.10.15)
“É sintomático que a direita veja 1975 nos resultados eleitorais. É a prova evidente de que estes anos mudaram o panorama da esperança política em Portugal. E de que, afinal, a esquerda foi eficaz em convocar o 25 de Abril contra a austeridade.”
(Manuel Loff,
Público, 10.10.15)
“Foi o Partido Comunista que provocou um terramoto no quadro político-partidário.”
(Pedro Marques Lopes,
Diário de Notícias, 10.10.15)
“Eu sou um homem de esquerda.”
(Carlos Silva, líder da UGT,
Diário Económico, 12.10.15)
“Seria preferível que a estabilidade governativa assentasse num entendimento (...) entre a coligação que ganhou as eleições e o PS.”
(Idem, ibidem)
“Medo de Catarina [Martins] assusta a bolsa.”
(Manchete do Correio da Manhã,
13.10.15)
“Proposta [do PSD/CDS ao PS] é séria e não é fácil de desconsiderar.”
(Título do Diário de Notícias,
13.10.15)
“O cepticismo [quanto a um entendimento com o PS] é cada vez maior. Se é bluff de Costa, está a resultar. O receio é enorme.”
(Fonte não identificada do PSD/CDS,
Diário de Notícias, 13.10.15)