Frases
“[Passos Coelho] alienou a estrangeiros quase todas as melhores empresas portuguesas. (…) E acha que fez bem.”
(Freitas do Amaral,
Visão, 10.9.15)
“[No debate entre Passos Coelho e António Costa] Ninguém ficou esclarecido sobre nada e foi muito genérico. Falou-se pouco de futuro e houve muito passado.”
“O leque de perguntas foi muito pobre [é] imperdoável [que] tenham estado ausentes os temas da União Europeia e de política internacional.”
(Idem, ibidem)
“Ficaram também ausentes as perguntas sobre a fragilidade do social, como a educação, pobreza ou solidariedade.”
(Idem, ibidem)
“Eu nunca virei a casaca na minha vida. Não sou um vira-casacas.”
(Marinho e Pinto,
CMTV, 11.9.15)
“O conteúdo [do debate Passos/Costa] foi pobrezinho, foi muito passado e pouco futuro, foi muito Sócrates. Houve muito lavar de roupa suja e isso não é bom.”
SIC, 12.9.15)
“Esta ideia de um político fazer-se de morto é uma ficção."
(Idem, ibidem)
“O primeiro ministro achou que devia dialogar [com os lesados do BES]. Naquela ocasião o que lhe ocorreu foi a questão da subscrição pública. (...) A forma não foi certamente a mais feliz. Ninguém deve deixar de ter justiça por falta de dinheiro.”
TVI; 13.9.15)
“É uma batata frita. Por muito que o Governo diga que não tenha nada a ver com isto tem.”
(Idem, ibidem)
“Passos insultado e vaiado em Braga.”
(Título do Correio da Manhã,
13.9.15)
“Em 2014, a Alemanha e os Estados Unidos bateram recordes na venda de armas no Golfo.”
(Frei Bento Domingues,
Público, 13.9.15)
“O PCP assume as responsabilidades que o povo, não o PS, lhe atribuir.”
(Jerónimo de Sousa,
Diário Económico, 14.9.15)
“Nós temos um regime de acesso ao direito que garante que ninguém, por razões económicas, deixa de recorrer aos tribunais.”
(Passos Coelho,
Diário de Notícias, 15.9.15)