“Deixe-se de invocar falta de recursos por parte da União Europeia – ela que até os esbanja em ações não muito éticas – para se continuar a fazer do Mediterrâneo a vala comum onde se sepultam os transportados, como alguém dizia, nas obsoletas carretas funerárias.”

(Manuel Linda,
Lusa, 13.8.15)


“Se há risco, que agora existe, é o da euforia, porque [no PSD] mudou-se de uma visão pessimista para uma visão, às vezes, eufórica.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
Lusa, 14.8.15)

“Estaríamos muito felizes se o papel do Presidente da República se assemelhasse ao da Rainha de Inglaterra.”

(Adriano Moreira,
Sol, 14.8.15)

“A propaganda da coligação, assente num castelo de cartas que ruirá ao mais pequeno vento, como aliás o ex-amigo próximo, o FMI, diz, não é desmontada com clareza e frontalidade, porque os compromissos nacionais e europeus do PS são demasiados.”

(Pacheco Pereira,
Sábado, 14.8.15)

“Parece-me que o CDS vai sentir a necessidade de entrar e sair da festa [do Pontal] em bloco, para mostrar autonomia.”

(Marcelo Rebelo de Sousa
i, 15.8.15)

“Se o António Costa me convidasse para director de campanha não tinha estes problemas.”

(Valentim Loureiro,
Diário de Notícias, 15.8.15)

“[A estratégia de Passos e Portas é] martelar, martelar, martelar, para a mensagem entrar na cabeça das pessoas.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
TVI, 16.8.15)

“Se o resultado [das eleições] não for inequívoco o próximo governo será cheio de problemas.”

(Passos Coelho,
Público, 16.8.15)

“Um quinto dos trabalhadores ganha o salário mínimo.”

(Título do Jornal de Notícias,
17.8.15)

“Os únicos que estão agora nas ruas a pedir a saída do governo [brasileiro] pertencem à direita mais extrema.”

(Rafael Araújo,
Diário Económico, 17.8.15)

“Se António Costa vencer bem as legislativas, o candidato do PS será, naturalmente, Sampaio da Nóvoa.”

(Henrique Neto,
A Bola, 18.8.15)