Frases
“Muitos dos nossos parceiros estavam habituados a ministros que faziam fila à entrada dos escritórios dos funcionários da 'troika' para ser recebidos, se o fossem, com o objectivo de pedir um par de coisas.”
(Yanis Varoufakis,
Lusa, 12.3.15)
“Preferiria 50 vezes ter os preços [da gasolina e do gasóleo] regulados do que ter a discussão permanente [sobre se há concorrência no sector].”
(Ferreira de Oliveira,
Público, 13.3.15)
“Disse ao ministro da Energia que se quiser regular a actividade da refinação que eu assino já amanhã um contrato.”
(Idem, ibidem)
“Na medida em que a Grécia é o único responsável pela possibilidade de decidir o que se passa e – como nós não sabemos exactamente o que as autoridades gregas estão a fazer – não podemos excluir a possibilidade [de exclusão da Grécia do euro].”
(Wolfgang Schauble,
Lusa, 13.3.15)
“O problema da sociedade portuguesa é muito menos uma questão de crescimento do que uma profunda questão de desigualdade interna; não é tanto um problema de competição externa como de redistribuição interna. Era disto que devíamos estar a falar para as próximas eleições.”
(Manuel Villaverde Cabral,
Observador, 15.3.15)
“Para que é que ele [António Costa] vai marcar um prazo [para apresentar o seu programa de governo]? É no dia 6 de Junho que tem uma revelação e é iluminado? (...) António Costa tem é de mostrar as suas posições em relação à políticas económica e financeira no dia-a-dia e aí não abre o jogo.”
(Marcelo Rebelo de Sousa,
TVI, 15.3.15
“Seria pensável que, com o Syriza ainda em fulgor meteórico, a extrema-esquerda não crescesse? Esperem-lhe pela volta. Muita água correrá até Outubro.”
(Correia de Campos,
Público, 16.3.15 )
“Não podemos ter um sistema em que alguém deixe de estudar por razões económicas. Eu já sei que vai sempre haver essas pessoas, mas não é pelo valor das propinas.”
(António Cruz Serra,
Diário Económico, 16.3.15)
“O maior problema para as famílias é não ter o rendimento do trabalho de uma pessoa que, em vez de trabalhar, foi estudar.”
(Idem, ibidem)
“Podemos dizer que, cumulativamente, devido ao empobrecimento, à dificuldade com os transportes e ao pagamento das taxas moderadoras, que subiram muito, houve portugueses que não recorreram aos cuidados de saúde.”
(Constantino Sakellarides,
Correio da Manhã, 17.3.15)