Frases
“As declarações de Juncker [reconhecendo que as instituições europeias atentaram contra a dignidade dos cidadãos na Grécia, Portugal e Irlanda], não vale a pena ignorá-lo, constituem uma verdadeira bomba atómica.”
(Santana Lopes,
Correio da Manhã, 20.2.15)
“Há um quadro no seio do qual nós estamos preparados para discutir com o governo grego. Este quadro é o do programa de ajuda actual, que deve ser prolongado.”
(Maria Luís Albuquerque
Handelsblatt, 20.2.15)
“Se isso é verdade [declarações de Juncker] devem-nos reparações. Vamos ver.”
(Rui Machete,
Lusa, 20.2.15)
“[Maria Luís Albuquerque] brilhou e os próceres de Bruxelas e de Berlim proclamaram a glória de Portugal. Eu lembro-me sempre daquele filme do [Manoel de] Oliveira «Non, ou a Vã Glóriade Mandar».”
(Ângelo Correia,
Expresso, 21.2.15)
“O memorando com a troika foi um acto de submissão completa e a facilidade com que nos adaptámos a imposições externas foi negativa para o País.”
(Idem, ibidem)
“O que vai estar em cima da mesa nas próximas eleições é manter ou afastar este Governo, e muitos portugueses votariam numa pedra inerte se essa pedra afastasse – eles diriam corresse com – Passos e Portas.”
(José Pacheco Pereira,
Público, 21.2.15)
“O PS tem aqui uma última oportunidade, que aliás tem feito tudo para não merecer, para não caminhar no mesmo sentido do PASOK.”
(Idem, ibidem)
“Ao fim de quatro anos o Governo fracassou rotundamente, porque não há crescimento económico e é evidente que não estamos com qualquer consolidação orçamental.”
(Nuno Garopa,
Diário Económico, 23.2.15)
“A troika e a União Europeia insistem em apresentar Portugal como um caso de sucesso sob pena de assumirem que os seus programas fracassaram.”
(Idem, ibidem)
“Não se pode continuar com políticas que falharam miseravelmente, isso é uma estupidez do mais alto nível.”
(Paul de Grauwe,
ibidem)
“Processos mais importantes do país estão guardados numa garagem.”
(Manchete do Diário de Notícias, 24.2.15)
“Ninguém concorre pelos preços que os hospitais pagam e as condições que oferecem.”
(João Proença,
ibidem)