Frases
“[É de destacar] o grande contributo que a Grécia pode dar e da qual todos poderão beneficiar: o ajustamento entre as posições da UE e as dos países que discordam da sua política. Isso é algo de novo.”
(Manuela Ferreira Leite,
TVI24, 5.2.15)
“Temos o direito de implementar tudo o que prometemos? Não, mas temos de ter a oportunidade de apresentar o nosso mandato, e os nossos parceiros os seus, e desejavelmente chegaremos a um acordo final.”
(Yanis Varoufakis,
Negócios online, 5.2.15)
“[Há muitos ministros do Governo que] andam muito deslumbrados com os números e um pouco esquecidos das pessoas.”
(Marques Mendes,
SIC, 7.2.15)
“[Medidas de criação de emprego europeias] Estão a falhar devido ao plano de 'esperar para ver' de Angela Merkel.”
(Werner Faymann,
Kurier, 8.2.15)
“Se a Alemanha tomasse uma atitude mais ofensiva, seria o ideal para a Áustria.”
(Idem, ibidem)
“A questão é encontrar uma solução entre o enquadramento acordado no passado e os esforços do novo Governo [grego].”
(Idem,
Expresso online, 9.2.15)
“Mais de seis anos depois do início da crise económica e financeira, o regresso ao caminho de crescimento pré-crise continua a escapar à maioria dos países da OCDE.”
(Catherine Mann,
Público, 9.2.15)
“Nas economias mais avançadas, o potencial de crescimento foi revisto em baixa e, em alguns casos, há uma preocupação crescente de que uma procura continuamente fraca está a puxar mais para baixo o crescimento potencial, resultando num prolongado período de estagnação.”
(Idem, ibidem)
“Seria importantíssimo a Alemanha assumir que, em tempos de juros baixíssimos e crescimento lento, o aumento do investimento do Estado alemão fazia todo o sentido, para dar um empurrão ao comboio das economias europeias.”
(Steffen Hoernig,
Diário de Notícias, 10.2.15)
“O Governo parece uma vítima da síndrome de Estocolmo, que é sequestrada e acaba por gostar. Os outros países querem obter concessões da Alemanha? Portugal não alinha em pieguices.”
(Filipe Alves,
Diário Económico, 10.2.15)
“Desperdício de inteligência é canalizar jovens de 12 ou 13 anos para formações profissionalizantes (...) como no tempo da outra senhora.”
(Pedro Lourtie,
Ibidem)
“Grécia marca pontos com mudança de discurso sobre a dívida.”
(Título do Diário Económico, 4.1.15)