Frases

Não faz sentido o PS apresentar uma 'chico-espertice' parlamentar [audição de Paulo Portas sobre os vistos gold] e antecipar ao óbvio.”

(Hélder Amaral,
Lusa, 29.1.15)

 

Não estarei do lado de nenhuma conferência para reestruturar ou perdoar dívida.”

(Passos Coelho,
Assembleia da República, 30.1.15)

 

Não houve nenhum estrondoso fracasso de austeridade.”

(Idem, ibidem)

 

Risco de pobreza em Portugal aumenta e afecta quase dois milhões.”

(Título do Jornal de Notícias, 30.1.15)

 

Nunca houve partidos liberais dignos desse nome. Eu classifico-me como liberal de esquerda e todos olham para mim desconfiados. A direita não é liberal, a esquerda é antiliberal.”

(António Barreto,
Jornal i, 31.1.15)

 

Se a Europa aprofundar o entrosamento federal, Portugal será uma região da União Europeia. Mais pobre, mas periférica, com personalidade bastante, mais do que outros países. Estará tomado por conta, mas não vejo isso como particularmente mau, não sou nacionalista.”

(Idem, ibidem)

 

Foi preciso que um conjunto de clínicos se demitisse para que a administração do Garcia de Orta tomasse medidas.”

(Marques Mendes,
SIC, 31.1.15)

 

Ao lado do problema grego há um problema europeu. Traduz-se nisto, e é bom que a direita portuguesa perceba: a austeridade não é um fim, é um meio. É um meio para se crescer e para se criarem melhores condições para as pessoas e a Europa não está a crescer, a Europa está em deflação.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,TVI, 1.2.15)

 

[Cavaco] Falou [do BES]. E em termos que levaram as pessoas a acreditar que o aumento de capital era para levar a sério e que estava tudo bem.”

(Idem, ibidem)

 

[Passos Coelho e Paulo Portas andam] em uníssono, a desfiar o rol das pragas que se abaterão sobre o país e das hipotéticas perdas com a sua derrota e da política que serve os grandes interesses.”

(Jerónimo de Sousa,
Lusa, 2.2.15)

 

A Europa está arruinada pela política de austeridade. Não queremos uma nova fractura entre o Norte e o Sul.”

(Alexis Tsipras,
Público, 4.1.15)

 

Grécia marca pontos com mudança de discurso sobre a dívida.”

(Título do Diário Económico, 4.1.15)