Praga na Unicer

Contra a per­sis­tente prá­tica da Unicer de usar a pre­ca­ri­e­dade de em­prego para au­mentar a ex­plo­ração, que levou ao re­cente des­pe­di­mento de três tra­ba­lha­dores com con­tratos tem­po­rá­rios havia três anos, logo subs­ti­tuídos por ou­tros em igual si­tu­ação, e contra o des­pe­di­mento ilegal de um tra­ba­lhador efec­tivo com 15 anos de casa, co­meçou na se­gunda-feira uma série de três dias de greves de duas horas por turno. A adesão foi total em todos os turnos, in­formou o Sintab/​CGTP-IN, ao fim da manhã de terça-feira.
Esta forma de luta foi de­ci­dida em ple­nário, a 23 de Ou­tubro. Além da rein­te­gração dos tra­ba­lha­dores des­pe­didos, é exi­gido o cum­pri­mento do Acordo de Em­presa.
A em­presa de tra­balho tem­po­rário uti­li­zada para o es­quema da pre­ca­ri­e­dade eter­ni­zada tinha sede nas ins­ta­la­ções da Unicer e só dali saiu de­pois da in­ter­venção do sin­di­cato.




Mais artigos de: Trabalhadores

Ferroviários vão à AR

Na pro­posta de Or­ça­mento do Es­tado para 2015 o Go­verno mantém, afinal, a norma que desde 2013 veio roubar o di­reito se­cular ao trans­porte de tra­ba­lha­dores no ac­tivo e re­for­mados.

Em luta pelas 35 horas

A adesão em Ar­ganil a uma greve que abrange todo o dis­trito de Coimbra volta a co­locar o en­foque na luta dos tra­ba­lha­dores das au­tar­quias lo­cais contra o au­mento do ho­rário de tra­balho.

O capital manda mesmo

«O Governo não hesita, antes pelo contrário, em assumir que atende aos interesses dos grupos económicos do sector e não às necessidades das populações», observou o Grupo Parlamentar do PCP, no requerimento que entregou a 23 de Outubro a exigir acesso imediato...