«Tal como a Festa é uma grande obra colectiva – assim é todos os anos com a sua construção e realização, assim foi com a aquisição da Quinta da Atalaia e a campanha de fundos de 150 mil contos que lhe deu suporte, assim foi e continua a ser com a transformação da Atalaia neste magnífico espaço, preservando as suas características naturais e criando condições para a realização da Festa do Avante! –, assim, estamos certos, será com a aquisição da Quinta do Cabo, como demonstra o entusiasmo com que foi recebida a notícia pelo Partido e por todos os amigos da Festa», frisou Alexandre Araújo durante a sua intervenção.
«Não se ignora as dificuldades dos trabalhadores e do povo português, as quais atingem também os militantes e amigos do Partido e da Festa», continuou o dirigente comunista abordando um aspecto que, posteriormente, seria igualmente aflorado por Jerónimo de Sousa. Por isso, à «indispensável planificação em cada uma das organizações do Partido, deve associar-se o alargamento de contactos com vista à contribuição imediata de cada um para a campanha», ou considerando «qual o compromisso de contribuição que cada um pode assumir até Abril de 2016», apelou Alexandre Araújo,
Isto é, o desafio é «levar o apelo à contribuição a cada um dos militantes do Partido e da JCP, mas também a muitos outros democratas e amigos do Partido e da Festa!». «Uma contribuição que, tendo em conta as possibilidades de cada um, tenha em conta [igualmente] o carácter excepcional e a exigência desta campanha», precisou.
Mas organização, só, não chega. É necessário ter em conta que «a campanha não dispensará a imaginação, criatividade e iniciativa própria de cada uma das organizações», aduziu Alexandre Araújo, antes de alertar que esta «será uma campanha exigente, como exigente tem sido a vida de mais de 90 anos deste Partido.»