Vitória na Carris

A administração da Carris foi condenada a readmitir, de imediato, Luísa Bota e a pagar-lhe todas as remunerações vencidas. O despedimento ocorreu em Janeiro de 2013, quando era activista sindical e integrava a Comissão de Trabalhadores.

Para a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, trata-se de «mais uma vitória na luta contra a tentativa de reprimir a luta dos trabalhadores», com foco nos principais activistas. O Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos, lembrando as diversas acções de solidariedade para com Luísa Bota e de denúncia «do autêntico processo político montado para proceder a um “acerto de contas” com uma trabalhadora que sempre se destacou na defesa dos direitos dos trabalhadores da Carris», saudou esta «vitória na luta contra a repressão sindical» e apontou-a como «um exemplo da luta que se tem que intensificar».

O PCP, numa nota publicada no sítio da OR Lisboa, saudou «mais esta vitória na luta pela liberdade sindical na Carris», recordando que desde o início condenou o despedimento como «um processo político desenhado para tentar reprimir uma trabalhadora que sempre se destacou na defesa dos direitos dos trabalhadores» na transportadora.

 



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