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Ucrânia na curva da História

O de­sen­vol­vi­mento da crise ucra­niana con­firma a aná­lise e ad­ver­tên­cias do nosso par­tido sobre o ca­rácter do poder ins­ta­lado pelo im­pe­ri­a­lismo em Kiev, o pro­pó­sito de saque e de ins­tru­men­ta­li­zação da Ucrânia no cerco à Rússia e, si­mul­ta­ne­a­mente, o en­saio da ins­ta­lação de re­gimes di­ri­gidos a re­primir o mo­vi­mento ope­rário e po­pular que re­siste à ofen­siva em curso no con­texto da crise ca­pi­ta­lista.

Uma farsa que urge denunciar

An­tónio Ne­grão e Ma­da­lena Santos vol­taram há pouco da Ucrânia, onde no dia 14 par­ti­ci­param numa das au­di­ên­cias do pro­cesso que visa a ile­ga­li­zação do Par­tido Co­mu­nista. Fi­zeram-no em re­pre­sen­tação da As­so­ci­ação Por­tu­guesa de Ju­ristas De­mo­cratas, com man­dato para re­pre­sentar igual­mente a As­so­ci­ação In­ter­na­ci­onal de Ju­ristas De­mo­cratas e or­ga­ni­za­ções si­mi­lares de ou­tros países eu­ro­peus. O de­se­jado es­ta­tuto de ob­ser­vador in­ter­na­ci­onal não foi pos­sível de obter,  pelo que aca­baram por ser cons­ti­tuídos man­da­tá­rios do Par­tido Co­mu­nista da Ucrânia.

A destruição da capacidade produtiva do País<br> e de valor no BES

Um ponto im­por­tante, muitas vezes re­fe­rido, que cria grandes pre­o­cu­pa­ções até porque tem efeitos ne­fastos a nível de cri­ação de em­prego e de au­mento da pro­du­ti­vi­dade e com­pe­ti­ti­vi­dade, é a quebra acen­tuada que se tem ve­ri­fi­cado desde 2008 no in­ves­ti­mento em Por­tugal, si­tu­ação esta que foi agra­vada pela po­lí­tica de aus­te­ri­dade re­ces­siva im­posta ao País pela «troika» e agora também con­ti­nuada pelo Go­verno PSD/​CDS.


Ucrânia na curva da História

O de­sen­vol­vi­mento da crise ucra­niana con­firma a aná­lise e ad­ver­tên­cias do nosso par­tido sobre o ca­rácter do poder ins­ta­lado pelo im­pe­ri­a­lismo em Kiev, o pro­pó­sito de saque e de ins­tru­men­ta­li­zação da Ucrânia no cerco à Rússia e, si­mul­ta­ne­a­mente, o en­saio da ins­ta­lação de re­gimes di­ri­gidos a re­primir o mo­vi­mento ope­rário e po­pular que re­siste à ofen­siva em curso no con­texto da crise ca­pi­ta­lista.

Uma farsa que urge denunciar

An­tónio Ne­grão e Ma­da­lena Santos vol­taram há pouco da Ucrânia, onde no dia 14 par­ti­ci­param numa das au­di­ên­cias do pro­cesso que visa a ile­ga­li­zação do Par­tido Co­mu­nista. Fi­zeram-no em re­pre­sen­tação da As­so­ci­ação Por­tu­guesa de Ju­ristas De­mo­cratas, com man­dato para re­pre­sentar igual­mente a As­so­ci­ação In­ter­na­ci­onal de Ju­ristas De­mo­cratas e or­ga­ni­za­ções si­mi­lares de ou­tros países eu­ro­peus. O de­se­jado es­ta­tuto de ob­ser­vador in­ter­na­ci­onal não foi pos­sível de obter,  pelo que aca­baram por ser cons­ti­tuídos man­da­tá­rios do Par­tido Co­mu­nista da Ucrânia.

A destruição da capacidade produtiva do País<br> e de valor no BES

Um ponto im­por­tante, muitas vezes re­fe­rido, que cria grandes pre­o­cu­pa­ções até porque tem efeitos ne­fastos a nível de cri­ação de em­prego e de au­mento da pro­du­ti­vi­dade e com­pe­ti­ti­vi­dade, é a quebra acen­tuada que se tem ve­ri­fi­cado desde 2008 no in­ves­ti­mento em Por­tugal, si­tu­ação esta que foi agra­vada pela po­lí­tica de aus­te­ri­dade re­ces­siva im­posta ao País pela «troika» e agora também con­ti­nuada pelo Go­verno PSD/​CDS.