Frases
“Não confundamos: criticar governo e militares israelitas não significa atacar todos os israelitas. E menos ainda significa ser antissemita e atacar todos os judeus, como agora se tornou obsessão dizer.”
(Manuel Loff, Público, 31.7.14)
“Crianças mortas enquanto dormem; isto é uma afronta a todos nós, é uma vergonha universal.”
(Pierre Krähenbühl,
responsável da UNRWA, ibidem)
“Os nossos funcionários, as pessoas que estão elas próprias a liderar a assistência humanitária, estão a ser mortos. Os nossos abrigos estão a rebentar pelas costuras. Dezenas de milhares de pessoas podem ficar em breve pelas ruas de Gaza, sem comida, sem água, e sem abrigo se continuarem ataques nestas áreas.”
(Idem, ibidem)
“Israel bombardeia nova escola da ONU e mercado em Gaza.”
(Título do DN, 31.7.14)
“Com as políticas sociais em recuo, e a emigração como resposta à destruição do mercado de emprego interno, a ideia de constituir família aparece para muitos, e com razão, como uma aventura temerária.”
(Viriato Soromenho-Marques, ibidem)
“Se no caso da nossa escola de Beit Hanun puderam dizer que se tratava de um tiro fortuito, no de Jabalia não têm desculpa, porque foram vários projécteis a atingir o complexo.”
(Jalil al-Halabi,
responsável da UNWRA, Expresso, 2.8.14
“Do lado israelita há 61 soldados e três civis mortos nesta ofensiva. Do lado palestiniano, os mortos já superam os 1400, mais de 80% dos quais são civis.”
(Julio de la Guardia, Expresso, 2.8.14)
“Estranhamente, Israel é o único estado na face da terra que não reconhece o Estado de Israel, porque recusa até agora definir as suas próprias fronteiras.”
(Hikmat Ajjuri,
embaixador da Palestina, JN, 3.8.14)
“ Além disso, é o único Estado que se deslegitima porque a sua adesão à ONU foi condicionada pela sua aplicação do plano de partilha (resolução 181).”
(Idem, ibidem)
“Torturámos algumas pessoas.”
(Barack Obama, Público, 3.8.14)
“Patrão deixou morrer trabalhador ao Sol.”
(Título do JN, 3.8.14)
“O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, lá acabou por admitir que nos tem andado a enganar.”
(José Vítor Malheiros, Público, 5.8.14)
“Mas o que são os 4400 milhões 'da troika' senão dinheiro dos contribuintes, sobre o qual temos andado a pagar juros? ”
(Idem, ibidem)