Frases
“Mais de 70 economistas estrangeiros subscrevem manifesto da dívida.”
“Apoiamos os esforços dos que em Portugal propõem a reestruturação da dívida, no sentido de se obterem menores taxas de juro e prazos mais amplos.”
“A resposta dos políticos ao manifesto foi pavloviana.”
“Há uma vontade de explorar com os parceiros sociais a possibilidade de diminuir o que é hoje o diferencial dos montantes a pagar em caso de despedimento sem justa causa face àquilo que são os montantes que devem ser pagos por justa causa.”
“Faz algum sentido o primeiro-ministro português ir saber o futuro pós-troika a Berlim e não a Bruxelas.”
“Pergunta-me, é possível cumprir o tratado orçamental? É, com um polícia a cada porta, porventura num estado de emergência.”
“É sabido que nós ainda precisamos de fazer descer o défice público em 2015, nos termos que ficaram acordados [com a troika] para 2,5% do produto interno bruto [PIB]. Não sabemos ainda, com rigor, em termos de valor absoluto, o que isso vai significar.”
“Há pessoas que estão muito ansiosas para saber se é 1,5; 1,7; 2 ou 2,5 mil milhões. Confesso: não sei quanto é.”
“Estamos agora numa fase de transição. No fundo é passar de uma fase de resgate para uma fase de desenvolvimento.”
“Risco de pobreza com aumento recorde em 2012.”
(Manchete do Público, 20.3.14)
“Apoiamos os esforços dos que em Portugal propõem a reestruturação da dívida, no sentido de se obterem menores taxas de juro e prazos mais amplos.”
(Excerto do manifesto
dos economistas estrangeiros, ibidem)
dos economistas estrangeiros, ibidem)
“A resposta dos políticos ao manifesto foi pavloviana.”
(Bagão Félix,
Ibidem)
Ibidem)
“Há uma vontade de explorar com os parceiros sociais a possibilidade de diminuir o que é hoje o diferencial dos montantes a pagar em caso de despedimento sem justa causa face àquilo que são os montantes que devem ser pagos por justa causa.”
(Pedro Passos Coelho,
Ibidem)
Ibidem)
“Faz algum sentido o primeiro-ministro português ir saber o futuro pós-troika a Berlim e não a Bruxelas.”
(José Félix Ribeiro,
Expresso, 22.3.14)
Expresso, 22.3.14)
“Pergunta-me, é possível cumprir o tratado orçamental? É, com um polícia a cada porta, porventura num estado de emergência.”
(João Cravinho,
Diário de Notícias, 23.3.14)
Diário de Notícias, 23.3.14)
“É sabido que nós ainda precisamos de fazer descer o défice público em 2015, nos termos que ficaram acordados [com a troika] para 2,5% do produto interno bruto [PIB]. Não sabemos ainda, com rigor, em termos de valor absoluto, o que isso vai significar.”
(Pedro Passos Coelho,
Revista Sábado online, 24.3.14)
Revista Sábado online, 24.3.14)
“Há pessoas que estão muito ansiosas para saber se é 1,5; 1,7; 2 ou 2,5 mil milhões. Confesso: não sei quanto é.”
(Idem, ibidem)
“Estamos agora numa fase de transição. No fundo é passar de uma fase de resgate para uma fase de desenvolvimento.”
(Jorge Moreira da Silva,
Diário Económico, 24.3.14)
Diário Económico, 24.3.14)
“Risco de pobreza com aumento recorde em 2012.”
(Título do Diário Económico, 25.3.14)