Os holandeses castigaram nas eleições municipais, realizadas dia 19, os partidos da coligação governamental, que aplicaram medidas de austeridade impopulares.
Segundo os resultados definitivos, divulgados dia 21, os liberais do primeiro-ministro, Mark Rutte, perderam influência, passando de 15,5 por cento para 12,4 por cento em todo o país.
Também os seus parceiros trabalhistas (PVdA), partido do ministro das Finanças, Jeroen Dijsselbloem, perderam peso eleitoral nas três maiores cidades da Holanda: Amesterdão, Roterdão e Haia.
A preferência dos eleitores foi para o partido centrista D66 e para uma multiplicidade de pequenos partidos locais.
Os trabalhistas formaram uma coligação com os liberais depois das eleições de Setembro de 2012, tornando-se cúmplices das políticas anti-sociais prosseguidas pelo governo.