Frases
“Não contesto o número [da execução orçamental de 2013]. Contesto as medidas ou as opções que foram tomadas para lá chegar. Têm tido custos de natureza social extremamente pesados e poderíamos estar em condições diversas se tivéssemos tomado outro tipo de medidas. Se estivesse na posição do Governo não deitaria tantos foguetes?”
(Manuela Ferreira Leite , TVI24, 23.1.14)
“[O resultado] não tem nenhum significado na vida das pessoas, que lhes possa dar esperança de que vão ter dias melhores (...). Isto só se pode justificar num clima de campanha [para o Parlamento Europeu].”
(Idem, ibidem)
“As pessoas não se deviam iludir com a propaganda do Governo e com os foguetes que estão a ser lançados antes da festa.”
(Freitas do Amaral,
Lusa, 23.1.14)
“Este não é o destino que os portugueses escolheram nem o que os militares juraram defender. Estamos fartos!.”
(Manuel Pereira Cracel, presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas,
Sol, 24.1.14)
“A repressão política é uma coisa muito pouco falada. Fala-se muito, com todas as razões do mundo, da guerra da Bósnia, da violência étnica, da violência religiosa, mas a violência política está muito fora da agenda.”
(João Pina,
Lusa, 26.1.14)
“A generalização de rituais selvagens de iniciação dos mais novos é uma regressão inadmissível, uma verdadeira educação para uma sociedade fascista.”
(Mariano Gago,
Diário de Notícias, 27.1.14)
“Que sociedade estamos a permitir que se desenvolva, em que a opressão, a humilhação, a violência de grupo sejam toleradas e, ainda pior, aceites pelas vítimas de hoje, amanhã carrascos? Uma sociedade de inquisidores e autos de fé?”
(Idem, ibidem)
“Não há boa nem má praxe; há um ritual de tiques fascistas assente na humilhação, a coberto da tradição, como se isso fosse, por si, bom. Não é.”
(Tiago Freire,
Diário Económico, 28.1.14)