O 8.º Congresso da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), que decorreu em Coimbra, no sábado e no domingo, aprovou por unanimidade uma moção em defesa do sindicalismo, em geral, e do sindicalismo médico, em particular, alertando que a acção sindical está a ser posta em causa, designadamente por pressões exercidas pelas hierarquias. Mereceu destaque a reivindicação de abertura de concurso para assistente graduado sénior (que corresponde ao grau máximo da carreira médica), já no início de 2014, uma vez que o concurso a decorrer, para o preenchimento de 130 vagas, é insuficiente, como disse à agência Lusa o presidente da FNAM e do Sindicato dos Médicos da Zona Centro, Sérgio Esperança, lembrando que não foram substituídos os 641 que saíram do quadro desde 2010. O congresso aprovou o Programa de Acção e elegeu os corpos gerentes da federação para os próximos três anos. No dia 14, em Coimbra, reúne-se o Conselho Nacional, para eleger a comissão executiva e o presidente.