FMI

«Não recomendamos um imposto sobre a riqueza», sublinhou um porta-voz do FMI, desmentindo com prontidão informações recentes que garantiam que o Fundo Monetário Internacional ponderava a aplicação de uma taxa aos mais ricos para reduzir os défices das contas públicas no países da zona euro.

Num relatório elaborado para a assembleia-geral do FMI, no início de Outubro, defende-se que um imposto de 10 por cento sobre as grandes fortunas reporia as dívidas soberanas ao nível de antes da crise, mas William Murray garantiu que tal não passa de uma hipótese académica formulada num «trabalho de análise».



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