Neolux

No despedimento de 11 trabalhadores, anunciado para 2 de Agosto, a Neolux recuou, por intervenção sindical, mas o SIESI contestou, por ser ilegal, a «comunicação» patronal de que o despedimento passa para Outubro e recordou que ilegalidades são coisas que não faltam na empresa de anúncios luminosos, com instalações em Rio de Mouro (Sintra) e no Porto. Desde Outubro, a Neolux colocou em lay-off os 11 trabalhadores que quer despedir, mas não o podia fazer, por ter apoios da Segurança Social. Em Abril, estendeu o lay-off aos restantes trabalhadores de Rio de Mouro, reduzindo o tempo de trabalho para 30 horas semanais, com o correspondente corte salarial, mas exigindo que trabalhassem na mesma 40 horas. Em Rio de Mouro estão por pagar parte do subsídio de Natal e parte do salário de Junho.

Neste processo, os trabalhadores elegeram dois delegados sindicais e tornou-se normal a realização de plenários. Está a ser discutida com a Neolux a regularização das ilegalidades (um plano de pagamento das retribuições em atraso e a igualização da situação laboral com o Porto).



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