OLP saúda directiva de Bruxelas

A Or­ga­ni­zação para a Li­ber­tação da Pa­les­tina (OLP) fe­li­cita a União Eu­ro­peia (UE) pela pu­bli­cação, amanhã, da di­rec­tiva que proíbe o fi­nan­ci­a­mento, co­o­pe­ração e do­ação de fundos para in­ves­ti­gação, con­cessão de ga­lar­dões ou pro­jectos de co­la­bo­ração aca­dé­mica, a pes­soas ou ins­ti­tui­ções lo­ca­li­zadas em co­lo­natos ju­deus ou em ter­ri­tório ocu­pado por Is­rael. O res­pon­sável do Co­mité Exe­cu­tivo da OLP pela Cul­tura e In­for­mação, Hanán Ash­raui con­si­dera que esta di­rec­tiva dá res­paldo aos prin­cí­pios do di­reito in­ter­na­ci­onal e hu­ma­ni­tário e que cria con­di­ções para que «haja jus­tiça e paz».

Já Is­rael vê com pre­o­cu­pação e an­si­e­dade a pu­bli­cação do texto e, em de­cla­ra­ções ao jornal Ha­a­retz, ci­tado pela agência EFE, uma des­ta­cada fonte ofi­cial is­ra­e­lita uti­liza a ex­pressão «ter­ra­moto» para qua­li­ficar os efeitos da di­rec­tiva nas re­la­ções UE/​Is­rael.

Maja Ko­cin­jancic, porta-voz do ser­viço di­plo­má­tico da UE ga­rante que não se trata de «uma nova abor­dagem» mas sim de «prestar es­cla­re­ci­mentos sobre um pro­cesso». A norma pre­tende tornar claro, afirma Ko­cin­jancic, que «todos os acordos entre Is­rael e a UE devem in­dicar de forma clara e ex­pli­cita que não se aplicam aos ter­ri­tó­rios ocu­pados por Is­rael em 1967».



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