Japão

A reabertura da maior central nuclear do mundo está a ser solicitada pela empresa que opera a congénere de Fukushima. O pedido da Tepco foi conhecido justamente quando o município de Fukushima reconhece erros na medição da radioactividade a que estiveram sujeitas as vítimas da catástrofe de 11 de Março de 2011.

Dados apurados por investigadores do Instituto de Ciência e Tecnologia Ambiental e da Universidade Autónoma de Barcelona indicam que, nos primeiros meses após o colapso da central, os níveis de estrôncio radioactivo variaram entre 80 e 250 vezes acima do normal, e insistiram em monitorizar a fauna e flora da costa nipónica, já que se desconhecem os efeitos das sucessivas fugas de água contaminada de Fukushima (no dia 21 de Junho ocorreu outra, admitida pela própria Teco).

Entretanto, no início do mês de Junho, o executivo japonês foi obrigado a reconhecer que mais de 800 milhões de euros do fundo de socorro foram aplicados em zonas não afectadas e usados para fins não relacionados com as consequências do maremoto, entre os quais programas baleeiros, de contagem de tartarugas ou de promoção de vinho e queijo de uma ilha distante de Fukushima.

 



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