Frases
“E, enfim, uma entidade oficial [o FMI] produz um 'mea culpa' sobre a crise da dívida.”
(Sandro Mendonça, Diário Económico, 7.6.13)
“Mas isso não interessa nada: o representante do FMI em Portugal continua a prever bons resultados a partir de receitas que não funcionam.”
(Idem, ibidem)
“O moral da história é imoral: a economia foi sequestrada por ideias políticas más e por modelos avariados.”
(Idem, ibidem)
“Nada assinala melhor os dois anos do Governo do que o mea culpa do FMI. O texto de Washington é sobre a Grécia mas podia ser sobre Portugal. O Governo percebe agora os riscos de ir «além da troika».”
(Ricardo Costa, Expresso, 8.6.13)
“Claro que o normal é recandidatar-me (...) Não há nenhuma razão para eu desistir.”
(Passos Coelho, ibidem)
“A crise em Portugal é muito mais séria hoje do que era há dois anos.”
(Robert Fishman, ibidem)
“Que se passou em Portugal e que democracia é esta em que as forças de segurança batem em jornalistas e cidadãos que se manifestam e em que o primeiro-ministro, sob o olhar cúmplice da GNR, foge a uma manifestação, cercado de segurança, em carros que se deslocam a alta velocidade em contramão numa estrada cortada ao trânsito?”
(São José Almeida, Público, 8.6.13)
“Governo quer usar dinheiros da Europa para pagar despedimentos.”
(Manchete do diário de Notícias. 10.6.13)
“Há cerca de 30 anos, tínhamos um sector agrícola profundamente estagnado (...) Hoje, tudo mudou.”
(Cavaco Silva, Diário de Notícias, 11.6.13)
“Dá até impressão que o senhor Presidente da República não sabe que o País está com um grande défice alimentar, suicida, que compromete a segurança nacional em Portugal.”
(João Dinis, ibidem)
“[Com um défice no sector de três mil milhões de euros] Como é que se limpa este guardanapo?”
(Idem, ibidem)