A troika da exploração

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O PSD, o CDS e o PS aprovaram na generalidade, a 29 de Novembro, o novo regime do trabalho portuário. O PCP votou contra, tal como o PEV e o BE. No exterior da AR teve lugar uma manifestação, promovida pela Frente Sindical Marítimo-Portuária, que tem conduzido a luta contra a liberalização e precarização. Em solidariedade, esteve com os trabalhadores uma delegação da Fectrans/CGTP-IN. A federação realçou a presença de sindicatos dos estivadores de Espanha, Finlândia, França, Suécia, Dinamarca, Chipre, Grécia e Noruega.

No debate, Bruno Dias interpelou o ministro da Economia e do Emprego sobre as vantagens de abrir ao trabalho indiferenciado um conjunto de áreas ou de permitir contratos de trabalho de cinco ou seis horas, à tarefa. Realçando que os estivadores estão a fazer greve ao trabalho suplementar, mas continuam a trabalhar oito horas por dia, o deputado comunista acusou o Governo de querer esconder que o comércio externo está a cair em todos os sectores e modos de transporte, como mostraram os dados do INE na véspera.



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