Frases
“Em apenas um ano a dívida pública subiu de 100% para 112%, e é certo que suba para 118% no próximo ano.”
(Domingos Ferreira,
Público, 22.09.12)
“Por muito que o Governo continue a insistir, o facto é que no próximo ano não haverá alterações positivas.”
(Idem, ibidem)
“Os quadros de Excel de Gaspar vão continuar a piorar e virão próximos pacotes de austeridade em clima de desespero. E aí a crise vai atingir o âmago da democracia, onde aliás já está.”
(Pacheco Pereira,
Público, 22.09.12)
“[Passos Coelho] pode não ser cego, surdo e mudo, mas falta-lhe obviamente alguma coisa para poder ser primeiro-ministro.”
(Pedro Marques Lopes,
Diário de Notícias, 23.09.12)
“O estertor nunca é um espectáculo dignificante, mas o que estamos a assistir está para lá do suportável.”
(Idem, ibidem)
“Depois da criação de um bizarro conselho de coordenação da coligação ter trazido tréguas à maioria, o Governo está condenado a sobreviver, mesmo que moribundo.”
(Hugo Mendes,
Diário Económico, 24.09.12)
“Perante a crise (...), remodelar o Governo é como tomar uma aspirina para curar os efeitos de um veneno letal.”
(Idem, ibidem)
“Dívida pública revista em alta para 124% do PIB no próximo ano.”
(Título do Diário Económico, 25.09.12)
“Esta queda brutal do poder de compra reduziu o consumo e por arrasto as vendas nos sectores económicos e aumentou o desemprego. (...) Mas o Governo insiste na mesma "receita" para 2013.”
(João Abel, ibidem)
“Também é compreensível e entendível, por muito que eu no passado tenha defendido o contrário, algum aumento de impostos.”
(Pires de Lima, ibidem)