Frases
“Não há razão para nenhuma histeria nem para nenhuma mobilização excepcional [relativamente à RTP].”
(Passos Coelho, Lusa, 29.08.12)
“[Nuno Crato] vê a escola como um centro de exclusão (...) Não tem um plano educativo desempoeirado: sofre de reumatismo ideológico. Engaveta os alunos. Encolhe o País.”
(André Macedo, Diário de Notícias, 30.08.12)
“Os governos sucedem-se e fazem-se de mortos perante esta situação, ignorando ou querendo ignorar que a cada aumento do preço dos combustíveis todos os bens essenciais também sobem.”
(Carlos Barbosa, Diário de Notícias, 30.08.12)
“O problema, neste momento, é a brutalidade de juros que estamos a pagar com o empréstimo no âmbito do plano de resgate.”
(António Saraiva, Diário Económico, 30.08.12)
“Temos de ter metas realistas, alcançáveis e não metas que nos ponham a fasquia a três metros de altura.”
(Idem, Diário de Notícias, 31.08.12)
“O programa [de ajustamento] está a correr melhor do que se pensava.”
(António Borges, Lusa, 31.08.12)
“A taxa de desemprego em Portugal atingiu os 15,7 por cento em Julho.”
(Eurostat, 31.08.12)
“A overdose de austeridade deprimiu a economia e matou o emprego.”
(Edite Estrela, Diário de Notícias, 31.08.12)
“Só foram colocados 7600 professores dos 51 mil que se candidataram.”
(Título do Público, 1.09.12)
“É a consequência natural e lógica das medidas tomadas de propósito pelo Ministério para pôr os professores na rua.”
(Mário Nogueira, ibidem)
"Volto a sublinhar, porque é digno de registo, que o défice está a cair.”
(Passos Coelho, Jornal de Notícias, 1.09.12)
(Passos Coelho, Lusa, 29.08.12)
“[Nuno Crato] vê a escola como um centro de exclusão (...) Não tem um plano educativo desempoeirado: sofre de reumatismo ideológico. Engaveta os alunos. Encolhe o País.”
(André Macedo, Diário de Notícias, 30.08.12)
“Os governos sucedem-se e fazem-se de mortos perante esta situação, ignorando ou querendo ignorar que a cada aumento do preço dos combustíveis todos os bens essenciais também sobem.”
(Carlos Barbosa, Diário de Notícias, 30.08.12)
“O problema, neste momento, é a brutalidade de juros que estamos a pagar com o empréstimo no âmbito do plano de resgate.”
(António Saraiva, Diário Económico, 30.08.12)
“Temos de ter metas realistas, alcançáveis e não metas que nos ponham a fasquia a três metros de altura.”
(Idem, Diário de Notícias, 31.08.12)
“O programa [de ajustamento] está a correr melhor do que se pensava.”
(António Borges, Lusa, 31.08.12)
“A taxa de desemprego em Portugal atingiu os 15,7 por cento em Julho.”
(Eurostat, 31.08.12)
“A overdose de austeridade deprimiu a economia e matou o emprego.”
(Edite Estrela, Diário de Notícias, 31.08.12)
“Só foram colocados 7600 professores dos 51 mil que se candidataram.”
(Título do Público, 1.09.12)
“É a consequência natural e lógica das medidas tomadas de propósito pelo Ministério para pôr os professores na rua.”
(Mário Nogueira, ibidem)
"Volto a sublinhar, porque é digno de registo, que o défice está a cair.”
(Passos Coelho, Jornal de Notícias, 1.09.12)