Frases
“Depois do Pontal, existe uma linha que separa o país até 2013 e a partir de 2013: dá pelo nome de recessão.”
(Helena Cristina Coelho,
Diário Económico, 16.08.12)
“Desde que um ministro decretou o fim da crise, quando ela ainda mal começara, que não saía tamanho acto de fé da boca de um governante.”
(Idem, ibidem)
“O fim da recessão em 2013 é uma profissão de fé.”
(António Capucho,
Público, 16.06.12)
“Com os indicadores económicos nacionais a declinarem precipitadamente, a Espanha aflita aqui ao lado, e o clímax da tragédia grega anunciado para breve, a promessa do PM está mais próxima do paradoxo teológico de Tertuliano («creio porque é absurdo») do que da boa navegação que se exige às políticas públicas.”
(Viriato Soromenho Marques,
Diário de Notícias, 16.08.12)
“É de uma imensa gravidade a forma como este processo [da compra dos submarinos à Alemanha], que pode envolver corrupção (...) tem sido relativizado em Portugal.”
(São José Almeida,
Público, 18.08.12)
“Muito provavelmente, a carga fiscal sobre as famílias vai aumentar novamente, atingindo o subsídio de férias, o de Natal ou os dois. Mas isto não será suficiente.”
(Bruno Proença,
Diário Económico, 20.08.12)
“Um terço dos 675 milhões de apoios agrícolas vai para 140 beneficiários.”
(Título do Público, 20.08.12)
“Saúde sofre corte de 200 milhões no Orçamento do Estado para 2013.”
(Título do Diário Económico, 20.08.12)
“Nova queda da produção de cereais aumentará preços e importações.”
(Manchete do Público, 21.08.12)
“Os ingredientes estão a misturar-se para produzir o que pode ser uma 'tempestade perfeita'.”
(Clara Barata,
ibidem)