Frases
“Estado encaixa €258,4 milhões de imposto sobre €3,4 mil milhões em patrimónios que estavam ilegais e fora de Portugal”
(Título do Expresso, 11.08.12)
“O preço desse sucesso [da amnistia fiscal] é o preço da rendição do Estado ao expediente, à vigarice e ao crime financeiro, propiciados por certa banca que se alimenta desses mecanismos e há muito deixou de ser controlada pelos poderes legítimos.”
(Fernando Madrinha, ibidem)
“Uma banca que está na origem da crise que sofremos e cuja lógica de ganância sem limite, longe de ter sido travada, ninguém sabe aonde nos conduzirá ainda.”
(Idem, ibidem)
“O sucesso da amnistia mostra que o crime compensa.”
(Idem, ibidem)
“Afinal, 7,5 por cento de perdas será sempre um bom negócio para legalizar dinheiro que, por alguma razão, se quis esconder.”
(Idem, ibidem)
“O Banco Central Europeu (BCE) recomenda aos países mais frágeis do euro, entre os quais Portugal, a redução salarial para diminuir o desemprego. A receita foi seguida na revisão da lei laboral.”
(Armando Esteves Pereira,
Correio da Manhã, 11.08.12)
“Mas isso não aumentou o emprego. Antes pelo contrário, (…) Neste ajustamento, a doença agrava-se com a cura.”
(Idem, ibidem)
“E isto também acontece num país que vê as Finanças anunciarem com orgulho que recuperaram cerca de 260 milhões de euros. Graças a um regime excepcional de regularização tributária, o terceiro e o último, garante o Governo. No primeiro e no segundo também tinham dito que não havia mais nenhum.”
(Paulo Baldaia,
Diário de Notícias, 12.08.12)
“Não há nada que o dinheiro não (a)pague.”
(Idem, ibidem)
“Salários perdem 1,5 mil milhões desde a chegada da troika”
(Título do Correio da Manhã, 12.08.12)
“Salários em atraso crescem 16% no primeiro trimestre”
(Título do Público, 13.08.12)
“Greve marca o 1.º feriado do novo Código do Trabalho”
(Título do Diário de Notícias, 13.08.12)