Évora

Numa série de plenários, realizados pela comissão sindical do STAL/CGTP-IN, em Julho, foi aprovada por unanimidade uma moção em que se protesta contra várias situações de atropelo dos direitos dos trabalhadores na Câmara Municipal de Évora. A falência financeira, causada por opções erradas e irresponsáveis, soma-se ao estrangulamento financeiro comum a todas as autarquias, colocando o desemprego como ameaça e violando direitos em vigor, alegando que não há dinheiro. Na moção refere-se: a redução de efectivos das equipas, com sobrecarga para quem fica; o recurso à chantagem, para impor trabalho extraordinário, quer a troco de compensação em tempo, quer por via de alterações irregulares de horários; a ocupação de postos de trabalho permanente por trabalhadores com vínculos precários. «Porque “não há dinheiro”, dizem, não há fardas, não há material para executar os trabalhos, não há viaturas, por vezes nem há papel higiénico», mas «entende-se mal que continue a haver dinheiro para alugueres ruinosos de edifícios, para contratar ao exterior serviços que podiam ser executados internamente, ou que se reforce o número de assessores políticos».



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