Em Foco

Preparar o XIX Congresso dinamizando a luta contra o pacto de agressão

O Co­mité Cen­tral do PCP, reu­nido a 30 de Junho e 1 de Julho de 2012, pro­cedeu a uma ava­li­ação da si­tu­ação eco­nó­mica e so­cial do País um ano após a en­trada em vigor do pacto de agressão e da to­mada de posse do Go­verno PSD/​CDS; ana­lisou o im­por­tante mo­vi­mento de luta que se tem de­sen­vol­vido por todo o País; su­bli­nhou e va­lo­rizou a im­por­tância da moção de cen­sura apre­sen­tada pelo PCP en­quanto exi­gência de rup­tura com a po­lí­tica de di­reita e de afir­mação de uma po­lí­tica pa­trió­tica e de es­querda; apre­ciou os mais re­centes de­sen­vol­vi­mentos no pro­cesso de in­te­gração ca­pi­ta­lista na União Eu­ro­peia. O Co­mité Cen­tral do PCP pro­cedeu a um ba­lanço da pri­meira fase do de­bate pre­pa­ra­tório do XIX Con­gresso, aprovou o re­gu­la­mento da ter­ceira fase e fixou as ca­rac­te­rís­ticas que ori­en­tarão a ela­bo­ração da pro­posta do fu­turo Co­mité Cen­tral, aprovou uma Re­so­lução sobre as co­me­mo­ra­ções do Cen­te­nário de Álvaro Cu­nhal e apontou li­nhas de ori­en­tação para a in­ter­venção po­lí­tica e o re­forço do Par­tido.

Centenário de Álvaro Cunhal

Vida, pen­sa­mento e luta:
exemplo que se pro­jecta na ac­tu­a­li­dade e no fu­turo

Em 2013 per­fazem-se 100 anos sobre o nas­ci­mento de Álvaro Cu­nhal. Co­me­morar o seu cen­te­nário é uma ho­me­nagem in­con­tor­nável, do Par­tido Co­mu­nista Por­tu­guês, dos de­mo­cratas e pa­tri­otas, da classe ope­rária, dos tra­ba­lha­dores, da ju­ven­tude, dos in­te­lec­tuais, dos ho­mens e mu­lheres da ci­ência, da arte, da cul­tura, do povo por­tu­guês, àquele que foi um dos mais con­se­quentes lu­ta­dores pela li­ber­dade, a de­mo­cracia, o so­ci­a­lismo e o co­mu­nismo.
Álvaro Cu­nhal é no sé­culo XX e na pas­sagem para o sé­culo XXI em Por­tugal, a per­so­na­li­dade que mais se des­tacou na luta pelos va­lores da eman­ci­pação so­cial e hu­mana, com forte pro­jecção no plano mun­dial, de­sig­na­da­mente como um dos mais co­nhe­cidos e pres­ti­gi­ados di­ri­gentes do mo­vi­mento co­mu­nista in­ter­na­ci­onal.


Preparar o XIX Congresso dinamizando a luta contra o pacto de agressão

O Co­mité Cen­tral do PCP, reu­nido a 30 de Junho e 1 de Julho de 2012, pro­cedeu a uma ava­li­ação da si­tu­ação eco­nó­mica e so­cial do País um ano após a en­trada em vigor do pacto de agressão e da to­mada de posse do Go­verno PSD/​CDS; ana­lisou o im­por­tante mo­vi­mento de luta que se tem de­sen­vol­vido por todo o País; su­bli­nhou e va­lo­rizou a im­por­tância da moção de cen­sura apre­sen­tada pelo PCP en­quanto exi­gência de rup­tura com a po­lí­tica de di­reita e de afir­mação de uma po­lí­tica pa­trió­tica e de es­querda; apre­ciou os mais re­centes de­sen­vol­vi­mentos no pro­cesso de in­te­gração ca­pi­ta­lista na União Eu­ro­peia. O Co­mité Cen­tral do PCP pro­cedeu a um ba­lanço da pri­meira fase do de­bate pre­pa­ra­tório do XIX Con­gresso, aprovou o re­gu­la­mento da ter­ceira fase e fixou as ca­rac­te­rís­ticas que ori­en­tarão a ela­bo­ração da pro­posta do fu­turo Co­mité Cen­tral, aprovou uma Re­so­lução sobre as co­me­mo­ra­ções do Cen­te­nário de Álvaro Cu­nhal e apontou li­nhas de ori­en­tação para a in­ter­venção po­lí­tica e o re­forço do Par­tido.

Centenário de Álvaro Cunhal

Vida, pen­sa­mento e luta:
exemplo que se pro­jecta na ac­tu­a­li­dade e no fu­turo

Em 2013 per­fazem-se 100 anos sobre o nas­ci­mento de Álvaro Cu­nhal. Co­me­morar o seu cen­te­nário é uma ho­me­nagem in­con­tor­nável, do Par­tido Co­mu­nista Por­tu­guês, dos de­mo­cratas e pa­tri­otas, da classe ope­rária, dos tra­ba­lha­dores, da ju­ven­tude, dos in­te­lec­tuais, dos ho­mens e mu­lheres da ci­ência, da arte, da cul­tura, do povo por­tu­guês, àquele que foi um dos mais con­se­quentes lu­ta­dores pela li­ber­dade, a de­mo­cracia, o so­ci­a­lismo e o co­mu­nismo.
Álvaro Cu­nhal é no sé­culo XX e na pas­sagem para o sé­culo XXI em Por­tugal, a per­so­na­li­dade que mais se des­tacou na luta pelos va­lores da eman­ci­pação so­cial e hu­mana, com forte pro­jecção no plano mun­dial, de­sig­na­da­mente como um dos mais co­nhe­cidos e pres­ti­gi­ados di­ri­gentes do mo­vi­mento co­mu­nista in­ter­na­ci­onal.