Frases
«Portugal não tem Governo neste momento, e vão certos senhores dar uma passeata um certo dia e fazer propaganda tipo União Nacional, de não saudosa memória, pelo País a dizer que somos os melhores do mundo».
(D. Januário Torgal,
TSF, 06.06.12)
«No fim ainda aparece um senhor, que pelos vistos ocupa as funções de primeiro-ministro, dizendo um obrigado à profunda resignação de um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico».
(Idem, ibidem)
«Conclusão: parecia que estava a ouvir um discurso de uma certa pessoa há 50 anos. Estou profundamente chocado. Apetecia-me dizer: vamos todos hoje para a rua. Não vamos fazer tumultos, vamos fazer democracia».
(Idem, ibidem)
«Agradeço à comunicação social, que diariamente me acorda com a informação que me deveria ter sido transmitida antes pelo Ministério da Educação».
(Adalmiro Fonseca, presidente da ANDAEP,
Público, 07.06.12)
«Depois de o Conselho de Ministros aprovar o Estatuto do Aluno sem querer saber o que pensa quem está todos os dias nas escolas, só faltava mais esta».
(Manuel Esperança, presidente do Conselho de Escolas,
ibidem)
«Eu fui secretário de Estado, a tutela das PPP era de dois ministros [Teixeira dos Santos e António Mendonça]».
(Paulo Campos,
Sol, 08.06.12)
«Este contexto social lodoso em que vivemos, que piora com o desemprego e a insegurança permanente em empregos cada vez mais precarizados, é terreno fértil para os trepadores sociais à custa de favores e da obediência cega aos que em cada momento estão acima».
(Carlos Garcia,
Correio da Manhã, 10.06.12)
«É esta a elite de poder que temos, com pouquíssimas e honrosas excepções».
«O memorando [da troika] não tem como pressuposto ou objectivo garantir em Portugal crescimento e criação de emprego».
(Miguel Macedo,
Público, 10.06.12)
«[O objectivo] é acudir a uma situação de emergência financeira».
(Idem, ibidem)
«As eleites políticas utilizam despudoradamente os cargos públicos em benefício dos poderosos grupos económicos».
(Domingos Ferreira,
Público, 11.06.12)