Japão desactiva rede nuclear
Um ano após a catástrofe de Fucoxima, as autoridades japonesas concluíram, dia 6, a desactivação do último reactor nuclear, de uma rede com 50 centrais, que até aqui asseguravam 30 por cento da produção de electricidade do país.
Para compensar a quebra da produção, as companhias eléctricas intensificaram o uso das centrais térmicas, exigindo que as empresas e os particulares reduzam o consumo.
No momento do tsunami, que atingiu a central de Fucoxima, o país tinha 37 reactores em funcionamento e os restantes em manutenção. Agora o governo nipónico quer submeter todas estas instalações a testes de resistência antes de voltar a activá-las.