Pela libertação dos presos políticos palestinianos

FSM inicia campanha

A Federação Sindical Mundial (FSM) iniciou, anteontem, uma campanha internacional pela libertação dos 4600 presos políticos palestinianos detidos nas cadeias israelitas, dos quais, lembra a FSM, 560 estão sentenciados a cadeia perpétua, 220 são menores de idade, e 24 são deputados eleitos em sufrágio livre e justo.

Na nota explicativa da iniciativa, cuja primeira acção decorreu a 17 de Abril, Dia dos Prisioneiros Palestinianos, a estrutura sindical de classe exige ainda a suspensão imediata da construção de novos colonatos e o desmantelamento dos existentes nos territórios ocupados, bem como a retirada das parcelas ocupadas após 1967 e a sua devolução a soberania palestiniana, a demolição do muro racista e o reconhecimento do Estado da Palestina com capital em Jerusalém Oriental.

Em Portugal, a CGTP-IN entregou junto da representação diplomática de Israel em Lisboa uma carta de protesto onde reivindica a imediata libertação de 4600 prisioneiros.

Paralelamente à campanha lançada pela FSM, cerca de 1600 prisioneiros palestinianos em Israel iniciaram uma greve de fome para reivindicarem melhores condições prisionais, confirmou à AFP o ministro palestiniano dos Prisioneiros.



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