Frases

«Depois de quinze dias de aparente calma e de mais uma agência de rating nos ter atirado para o lixo, eis que chegamos ao fim do primeiro mês do novo ano no exacto ponto em que terminámos 2011: à beira do abismo».

(Editorial, Expresso, 28.01.12)

 

«Não é a legislação laboral que é a panaceia dos problemas da economia portuguesa».

(António Saraiva,
Diário de Notícias, 29.01.12)

 

«A minha preocupação como dirigente sindical seria se pertencesse a um partido que fizesse ou defendesse uma política contrária àquilo que defendo. Isso é que me preocupava».

(Arménio Carlos,
Ibidem)

 

«O PCP é o partido em Portugal que mais fez pelas liberdades e pela democracia e que mais se empenhou na organização sindical do movimento operário».

(Idem, ibidem)

 

«Os poderes políticos deviam estar mais preocupados com a possível implosão deste grupo [classe média] do que com a sua eventual manifestação nas ruas».

(Elísio Estanque,
Público, 29.01.12)

 

«As consequências serão gravíssimas no que respeita ao acentuar das desigualdades entre ricos e pobres».

(Idem, ibidem)

 

«Portugueses entregaram 19 casas por dia aos bancos no último ano».

(Título do Diário Económico, 30.01.12)

 

«Este fim-de-semana, tivemos uma aproximação ao que se pretende, com a fuga de um documento alemão que visa obrigar a Grécia a transformar-se num protetorado».

(Viriato Soromenho Marques,
Diário de Notícias, 30.01.12)

 

«O princípio orçamental seria: “Primeiro paga-se aos credores, e as migalhas que sobram vão para o povo”».

(Idem, ibidem)

 

«O Tratado de Merkel é um copo de cicuta. Um Tratado, verdadeiramente? Já li declarações de guerra escritas com mais educação e elegância».

(Idem, ibidem)

 

«O almoço grátis acabou: sem controlos externos, não há mais dinheiro».

(Michael Fuchs,
Diário Económico, 31.01.12)

 

«Se os gregos não conseguirem fazer isso sozinhos [implementação de reformas], terá de ser feito de forma mais forte a partir do exterior, por exemplo da UE».

(Philipp Roesler,
Ibidem)