Península Coreana

Os exercícios militares conjuntos da Coreia do Sul e dos EUA vão durar cerca de dois meses. De 27 de Fevereiro a 30 de Abril, pelo menos 200 mil soldados sul-coreanos e mais de 11 mil congéneres norte-americanos (cerca de 40 por cento do total do contingente que Washington mantém em permanência no território) participam em dois jogos de guerra que, este ano, vão ser observados por militares da Austrália, Canadá, Dinamarca, Noruega e Reino Unido.

Paralelamente, os EUA reforçaram o seu efectivo aéreo na península coreana, enviando para a base de Gunsan, a Sul da capital sul-coreana, Seul, um novo esquadrão composto por 12 aviões de combate e 240 pilotos. O Pentágono argumenta que o objectivo da iniciativa é «manter a estabilidade na região».

Reagindo às manobras, a República Popular Democrática da Coreia (RPDC) considerou-as um prelúdio para uma possível agressão ao seu território e uma ameaça à China, o seu «maior rival estratégico».

Segundo a agência de notícias KCNA, Pyongyang salientou que «o império actua como dono do mundo» procurando impor a sua hegemonia política e económica em toda a região do Pacífico e no mundo.

Na resposta pela força à influência de outras potências e no estabelecimento do domínio imperialista residem «o perigo e o carácter reaccionário da nova estratégia de defesa [dos EUA]», sintetiza-se na nota divulgada.

O perigo de uma nova guerra fria na região é real devido à agressividade e aventureirismo militar dos EUA, alertam ainda as autoridades norte-coreanas.



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