SÃO JOÃO DA MADEIRA

Lutar pelo salário

As trabalhadoras da empresa têxtil Califa, de São João da Madeira, tiveram que recorrer uma vez mais à greve, desta vez para reclamarem da administração o pagamento do seu salário. A paralisação ocorreu no final do mês passado e deveu-se ao facto de não terem recebido, na altura, o subsídio de férias (apesar de terem trabalhado muitas horas para além do seu horário) e de estar em risco o pagamento do salário. Para o PCP, que se solidarizou com as operárias, não lhes basta trabalharem muito e bem, pois parece que têm também que «lutar por aquilo que é seu: o seu salário, os seus direitos enquanto trabalhadoras». «Elas cumprem, mas têm que lutar para fazer cumprir o outro lado, o patronato».

Os comunistas valorizavam ainda, no folheto da sua Comissão Concelhia local, a coragem demonstrada por estas operárias que lutavam na Califa pelos seus direitos. Uma luta que deu frutos, pois acabaram por receber o seu salário, prosseguindo a luta pelo subsídio «que é seu mas não lhe pagam».



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